sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Site/Blog Sustentando - contribuindo para o consumo consciente

Este Site/ Blog foi desenvolvido pelos alunos do 4o. semestre de Jornalismo da ESPM -SP, em novembro de 2013. Este é o resultado do trabalho final da matéria de Comunicação e Sustentabilidade.
Ficou show de bola!




De frente com o Lápis Azul - trabalho sobre a sustentabilidade da Faber-Castell

Este vídeo muito engraçado foi realizado em outubro de 2012 e é de autoria dos meus alunos do 7o. semestre B do curso de administração da FMU na Liberdade em São Paulo, na matéria de sustentabilidade.
O foco do trabalho era apresentar para a sala um case de sustentabilidade de uma empresa e o grupo criativamente apresentou este vídeo também.
Parabéns ao grupo!

Mudanças climáticas e o empreendedorismo

Neste artigo coloco as mudanças climáticas como oportunidade para os empreendedores de visão.

Leia o artigo

Caminhos Alternativos - Empreendedorismo Social

Este artigo tive a oportunidade de escrever com o Ismael Rocha. Buscamos os principais conceitos, exemplos e experiências que tivemos.
Leia o texto inteiro aqui.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Sustainability Trends and Implementation in Academy and Consulting



Este artigo acadêmico foi realizado com os meus amigos Arnoldo de Hoyos Guevara, Beatriz M. Telles e Leandro Petrokas para o 8TH ICIM -INTERNATIONAL CONFERENCE ON INNOVATION AND MANAGEMENT, 2011 Kitakyushu, Japan.

CLIQUE AQUI PARA VER O ARTIGO - PÁGINA 116

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Sustainability Trends and Implementation in Academy and Consulting


Abstract: Sustainable development and sustainable shareholder value gain are terms increasingly being worked in the academic and corporate worlds. Based on the Sustainable Shareholder Value Model, by Hart and Milstein (2004), along with research by Sgarbi et al (2008) and Telles (2011), this paper verifies and compares if the jargons from Sgarbi (2008) are being used by professors from PUC-SP and by professionals and consultants in Brazilian companies, in addition to verifying how these professionals and consultants classify these jargons for the next two decades. The conclusion shows that the distribution of jargons from Sgarbi (2008) over the quadrants by Hart and Milstein (2004) are balanced both by professors and by sustainability professionals and consultants. Both the future on the next two decades and the quadrant with highest frequency percentage are related to present topics, externally to the company. 
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Não é só a embalagem que deve ser sustentável. A estratégia também.


Este artigo foi especial para a revista Pack de setembro de 2013.

            

Clique aqui para ver a matéria

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Empreendedorismo de negócios sociais, um passo adiante para o desenvolvimento sustentável

Este post ficou bem bacana, é um apanhado sobre as principais organizações sobre Negócios Sociais.
Saiu nos seguintes lugares:
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Empreendedorismo de negócios sociais, um passo adiante para o desenvolvimento sustentável
Um empreendedor que é movido por altruísmo? E cujo maior desejo é conseguir benefícios que transformem parcela da população ou todo um país, ou que ainda tem como objetivo não o lucro baseado nos resultados financeiros – característica básica do empreendedorismo empresarial – mas o ganho social, a mudança do indivíduo e dos problemas da sociedade onde está inserido. Este é o espírito do empreendedor de negócios sociais que destina parte ou a totalidade do lucro dos seus negócios para a ampliação do público beneficiário da sua empresa social. 

Processo e/ou produto sustentável?

Neste artigo coloquei o questionamento sobre processo mais sustentável ligado a um produto mais sustentável. Será que podemos ter um produto nada sustentável com um processo sustentável. É a lei do menos pior?

Veja alguns lugares que o artigo foi publicado:

Revista Empreendedor


Blog da Abraps
A Voz do Cidadão
O Debate - Diário de Macaé
Blog Qualidadeonline's

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Processo e/ou produto sustentável?

O termo sustentabilidade está sendo utilizado de qualquer forma por muitas empresas, consumidores, propaganda, consumidores, etc. Agora já existem todos os tipos de produtos sustentáveis (será que 100% dos componentes destes produtos são biodegradáveis ou 100% recicláveis?); processos sustentáveis (será que todo o carbono utilizado está sendo compensado mesmo? Será que não daria para fazer de uma outra maneira? Será que a empresa está levando em consideração todas as questões dos empregados, acionistas, consumidores, etc?); pessoas sustentáveis; cursos e eventos sustentáveis; etc.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A sustentabilidade na estratégia de negócios das empresas - dissertação do mestrado

Este post é para poder disponibilizar a minha dissertação do mestrado que fiz na PUC-SP finalizado em 2012 na área de administração com foco em estratégia e sustentabilidade, com a orientação do professor Arnoldo de Hoyos Guevara.

clique aqui para ver a dissertação completa


RESUMO:

Este trabalho tem como objetivo analisar a questão da inserção da sustentabilidade na estratégia e nos negócios das empresas brasileiras. Bem como a sua relação com produtos e serviços mais sustentáveis. Um referencial teórico sobre as questões empresariais de estratégia, planejamento estratégico, tipos de estratégias e o que seria a economia verde foi apresentado ao longo do texto. Além disso, foram debatidos o tema da sustentabilidade, desenvolvimento sustentável e a sua relação direta com as empresas. Dentro deste contexto, colocou-se os principais indicadores de sustentabilidade que estão sendo utilizados nas corporações. E na sequência, explicitou-se os conceitos principais de produtos e serviços sustentáveis, o que deve ser a cerne de qualquer empresa, a razão de existência da organização que busca a lucratividade. A ligação entre as questões da sustentabilidade como estratégia das empresas foi apresentada por meio de uma análise qualitativa com base nas empresas do Guia Exame de Sustentabilidade 2011. Além desta análise, algumas pesquisas de mercado sobre o tema foram colocadas para apresentar um conhecimento prévio já existente. E finalmente, foram apresentadas duas pesquisas, a primeira quantitativa focada nos profissionais de sustentabilidade mostrando a sua perspectiva em relação a sustentabilidade nas estratégias das empresas no Brasil. A segunda pesquisa é qualitativa com cinco profissionais especialistas de sustentabilidade. Esta pesquisa buscou aprofundar as questões colocadas na pesquisa quantitativa e qualificar todos os pontos acima abordados. O resultado é a percepção de que a sustentabilidade ainda não está inserida na estratégia de negócios da maioria das empresas brasileiras e que, para existir a sustentabilidade na estratégia de negócios da empresa, é necessário ter produtos e serviços mais sustentáveis, além dos já existentes processos, indicadores, atividades, práticas, projetos e planos sustentáveis. 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Viver para trabalhar ou trabalhar para viver?


Olás,
Este artigo foi publicado em alguns sites e blogs. Realmente acredito e tento viver este tema. Boa leitura!

texto no site administradores.com

texto no site inteligemcia.com.br

texto no site dignow.org

texto no site vox-brasil.com

texto no Jornal do Iguaçu

texto no blog do cabra

texto no Jornal Diário do Comércio - Belo Horizonte

texto no site rumosustentavel

texto no site dm.com.br

texto na Revista Ecotur

texto no Revista Fator Brasil
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Viver para trabalhar ou trabalhar para viver?

Este título inicialmente parece uma frase de autoajuda, mas é algo que tenho discutido muito, ultimamente, em sala de aula, com colegas e amigos próximos. Nestas andanças de trabalho de consultorias pela iSetor e de palestras e reuniões pela Abraps tenho me deparado muito com esta pergunta. Encontro dezenas de profissionais que estão cansados de fazer o mesmo, do jeito que faziam há pelo menos três décadas.
É sempre a mesma história: da casa para o trabalho e do trabalho para casa, buscando sempre mais dinheiro para alcançar o valor financeiro e, assim, ter status. Ou seja, é a constante busca pelo consumo de produtos e serviços que, na verdade, não são essencialmente necessários para o dia a dia. E vira uma espécie de círculo vicioso, com os dias passando e as pessoas buscando, cada vez mais, dinheiro e consumindo mais tempo de suas vidas para isso.
Existem alguns movimentos de pessoas que já deixaram de lado o consumo excessivo e vivem uma vida mais simples e com mais experiências. Um artigo bastante interessante publicado pelo New York Times mostra que algumas pessoas estão em busca de um novo estilo de vida para o antigamente cobiçado “american way of life”. E, constantemente, vejo outros artigos que abordam justamente o mesmo tema, aqui no Brasil.
Dessa forma, há uma propulsão para um movimento tímido, que ainda não arrebatou uma multidão. Diria que seus seguidores são uma minoria resistente que vive quase num mundo paralelo para a massa da população televisiva e consumista.
Recentemente, em um trabalho pela minha empresa, juntamente com o meu sócio, fizemos a facilitação para o planejamento estratégico organizacional de um grupo de pessoas que trabalham para uma O.S. (entidade privada, sem fins lucrativos) de música numa capital no nordeste brasileiro.
Durante o trabalho, perguntamos o que os funcionários e gestores gostavam de fazer no seu horário de lazer, e por incrível (para não dizer óbvio) as frases mais frequentes foram “ouvir e tocar música”, além de “estar com pessoas (amigos e família)” e “ensinar”. Este grupo era formado mais ou menos por 50 pessoas das mais diferentes áreas, músicos, administradores, educadores, montadores, produtores, técnicos, serviços gerais etc.
Nesta organização, o principal foco é a busca da mudança na vida de jovens e crianças por meio da atividade e aprendizagem coletiva da música para o seu desenvolvimento pleno. O resultado paralelo, além da transformação social, é de músicos maravilhosos em algumas orquestras dentro deste estado federativo do nosso país. E tudo isso financiado pelo Estado!
Na facilitação, enquanto contavam do seu trabalho ou do que achariam que poderiam melhorar nos projetos e na organização, seus olhos brilhavam e uma energia positiva vibrava no ar. Meio místico, porém incontestável. Todos realmente estavam antenados e concentrados no exercício que fazíamos, pois buscávamos melhorar a organização e o seu dia a dia. Sempre focando o público e a missão da O.S.
Parece meio romântico, porém estas pessoas estavam fazendo o que realmente gostam e acreditam. Ao longo da sessão muitos frutos e transformações foram citadas, como o aluno que virou instrutor ou algum jovem músico que foi fazer carreira internacional, pois descobriram uma aptidão e uma paixão.
Viver para trabalhar é uma escolha que temos que fazer, sem ser influenciados por fatores externos, pressões sociais e status. Envolver-se em algum projeto social, ambiental, fazer um voluntariado ou algo assim pode ser uma forma de escapar da sua realidade, se você não pode se dar ao luxo e viver somente naquele trabalho que realmente você almeja.
Outra forma é planejar uma carreira focada nestes temas ou já direcioná-la para tal. E quem sabe não fazer alguns trabalhos voluntários ao longo da carreira e depois, quando aposentar, ficar full-time. Ou ainda elaborar um projeto social ou ambiental podendo se transformar num empreendedor social. Ou então fazer um negócio social.
O importante de todas estas conversas e discussões destas semanas é que precisamos continuar refletindo, ampliando as nossas percepções e pesquisando, para que no momento certo (que dependerá de cada um) tenhamos a atitude para ter uma vida mais leve, sem o peso de viver para trabalhar.

Primeiro post



O primeiro post sempre é o mais complicado pois nunca sabemos o que colocar. Vou colocar aqui então um pouco do meu breve currículo para vocês entenderem um pouco do que já fiz nestes meus anos de carreira antes de virar professor, palestrante, empreendedor empresarial e social. O que faço atualmente vocês encontram ao lado, no meu perfil.

Espero que gostem do blog e utilizem como fonte de referência para questões de sustentabilidade, terceiro setor, empreendedorismo, gestão, enfim tudo o que colocar por aqui.

Estou aberto a sugestões, críticas e afins.

Vamos lá...
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Marcus Nakagawa

Foi gerente de Sustentabilidade para Fornecedores da Philips para América Latina, responsável pelo Programa de Sustentabilidade/Responsabilidade Social no Brasil e pelo suporte à América Latina. Foi diretor na La Fabbrica do Brasil, agência italiana de projetos culturais e sociais com clientes como TIM, Fiat, Fundação Banco do Brasil, entre outros e já foi coordenador do Programa Social Nutrir, na Nestlé.
Mestre em Administração como o foco em Sustentabilidade na Estratégia de Negócios das Empresas (PUC-SP), pós-graduado em Administração (ESAN-UNIFEI) e graduado em Propaganda e Marketing (ESPM-SP), participou do Programa de Educação Continuada em Administração para o Terceiro Setor, na Fundação Getúlio Vargas e do Liderazgo y Gerencia Social do Instituto Interamericano para elDesarrollo Social do BID, em Washington, EUA. Participou também do curso Gestão Responsável para a Sustentabilidade, da Fundação Dom Cabral.

Nakagawa também fundou e dirigiu o Instituto MarCo3, ONG focada em Marketing e Comunicação para o Terceiro Setor; foi coordenador geral na Cooperapic - Cooperativa de entidades sociais; foi fundador da ESPM Social, no qual nos dias de hoje acompanha projetos dos grupos de alunos; e, atualmente, é conselheiro do Instituto Aracati de mobilização juvenil.